Não dá para sentar e dizer:
“vou fazer poesia”.
Ela tem vontade própria.
Ela é quem nos guia.
Mas, quando vem, é preciso estar atento.
É como chuva temporã:
de repente, numa manhã,
irriga a terra, e nutre o pensamento.
Às vezes vem como enxurrada,
Às vezes não;
Às vezes é inopinada,
Como as chuvas de verão.
E o poeta é como o agricultor
que prepara a terra com diligência,
E espera as chuvas com paciência,
Que farão brotar o fruto do seu lavor.
Olá!
ResponderExcluirA eterna luta entre o poeta e poesia... mas, que nos guie a palavra sentida. Daí surge o verdadeiro poema. Abraços!
Professor Israel